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Morno não desce

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É sempre complicado falar de amor… ainda mais pra mim que já amei tanto e tantas vezes.

Isso não quer dizer que eu banalizei o amor… ao contrário… quanto mais se ama mais o amor é valorizado.

O fato de eu ter amado muitas vezes não quer dizer que o amor é pra qualquer uma… mas sim é que existe mais de uma pessoa especial nesse mundo.

Existe um tabu de que o verdadeiro amor é único… bullshit!

Um amor único pode ser verdadeiro, mas nem todo amor verdadeiro é/foi o único.

É comum também confundir o último amor como sendo o único verdadeiro. Another bullshit!

O último amor pode por vezes não ser o mais verdadeiro… ou não ser verdadeiro at all.

Mas… É muito comum que o último amor seja verdadeiro e nesse caso ele tem um bônus que os outros amores não tiveram.

Esse último amor se torna o último não só por ser verdadeiro, mas também por ser o certo.

Sim o amor certo… Certo para você…ou o amor melhor se preferir… o amor que mais te faz bem… o amor perfeito.

O amor certo é aquele que… digamos que… de certa forma… de alguma maneira… é…

É o que não tem explicação…  como disse Victor Chaves:

“…Sem por que, sem pra que…

…Sem ser necessário entender…”

Tive vários amores verdadeiros… de vários tipos (sim existem tipos de amor)

Já vivi o primeiro amor, em que a insegurança é maior que o próprio sentimento, achamos que nunca conseguiremos uma pessoa como aquela e com isso vamos arrastando a relação… até se dar conta que podemos ser maior que a insegurança e que o amor acabou.

Já vivi o amor pra sempre, onde temos a certeza de que aquela pessoa estará pra sempre em nossas vidas, mas nem sempre é como a companheira (o) / esposa / namorada / amante… às vezes é só a presença mental, a referência… e quando damos conta disso nem sempre sabemos lidar com a realidade

Já vivi o amor de gratidão… aquele em que você ama tudo o que a pessoa faz por você, mas não necessariamente a pessoa em si… e nesses casos é muito difícil explicar ou entender o porquê da relação ter terminado. A melhor resposta é… não era o amor certo ainda.

Existem mais tipos além daqueles que citei acima… mas não vou me estender aqui… cada pessoa pode definir o próprio tipo de amor também…

Existem os amores híbridos que são um mix de um ou mais tipos citados ou outros.

E por fim existe o amor certo… o último amor verdadeiro.

Embora não possa ser definido, nem explicado, nem racionalizado… pode ser exemplificado….

É o amor de 2 velhinhos sentados… não num banco pintado de branco na varanda de uma casa de madeira… mas sim numa Harley com mochila nas costas indo fazer a viagem de número 2768 de suas vidas.

Amor sem emoção é amor morno… e morno pra mim nem café desce…

4 respostas »

  1. Olá,
    Texto bem escrito… Só não conseguir captar a alma dele, não consegui entender o que você tentou falar… Parece um misto de culpa / ressentimento com insegurança… Não sei explicar… O que aprendi com a minha experiência é que o amor é um sentimento que existe dentro de cada um de nós, independente do outro. Ele é nosso! Sem a amor próprio nenhum outro é possível. Sobre o amor que dedicamos para outra pessoa, para um companheiro, para o príncipe ou princesa da nossa vida vai muito além de repetir diversas vezes a palavra: Eu te amo… Afinal de contas dizer Eu te amo para alguém não é o mesmo que dizer boa noite e não deve ser banalizada… O amor vai além das palavras, ele vence os obstáculos, dificuldades, distâncias e não estreme nem acaba ao primeiro sinal de problemas…
    Amor é atitude! É virtude!
    Eu deixo aqui uma pergunta para os leitores do blog: Você já lutou pelo seu amor hoje?

    Responder
    • Primeiramente obrigado pelo comentário Renata, gostaria que minhas leitoras e leitores participassem mais como você.

      A alma do texto é mostrar que o verdadeiro amor é o amor certo, é aquele que te tira o fôlego mas que te enche de ar ao mesmo tempo.
      É aquele que você tem certeza sem ter um motivo, sem ter uma razão. Não me sinto culpado de nada, amei de forma honesta cada uma das mulheres que passou em minha vida e deixei de amar igualmente de forma honesta. insegurança eu tive muita, em muitos momentos. Mas agora não mais.

      Concordo plenamente com sua definição de amor… Amor é o que cada um sente.

      E respondendo sua pergunta… Prefiro dizer que já lutei pelo meu amor hoje sim… e acrescento: Lute pelo amor com amor, amor com amor se conquista.

      Responder
  2. Epp, entendi sim seu texto, mas fica aqui uma pergunta você já pensou que pode ter machucado algumas mulheres que passaram em sua vida ou ter sido inseguro em algum momento e esse amor não ter durado ou dado certo por causa da sua insegurança e falta de confiança. Percebi em suas palavras que você banalizou os sentimentos de quem passou por sua vida e por este motivo talvez não sei ao certo esta sozinho agora.

    Responder
    • Sem dúvida que já pensei nisso Valkiria, cheguei a citar na resposta para a Renata que já fui muito inseguro e é possível sim que isso tenha posto um fim no sentimento. Mas isso foi no passado, em minhas últimas relações não houve insegurança.
      Quanto a banalizar os sentimentos eu discordo de você. Só falei do meu sentimento, do que eu senti. Fui muito amado, mais por umas que por outras é verdade. Mas em todos os relacionamentos que tive me senti amado e jamais banalizaria o amor alheio. Não posso responder pelas mulheres que me amaram, só por mim… Mas até onde eu sei o amor era verdadeiro… embora não fosse o certo.

      Responder

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